A aposentadoria não significa um final, mas sim uma nova fase em que a pessoa poderá realizar outros objetivos e projetos

terça-feira, 15 de abril de 2014

Planejamento promete estudar reivindicações de servidores civis da Forças Armadas


Depois de 15 dias de manifestações em Brasília, os servidores civis das Forças Armadas e Ministério da Defesa tiveram a promessa do Ministério do Planejamento de que até o dia 31 de agosto será estudada uma solução para suas reivindicações.

A informação foi dada pelo presidente da Associação Nacional dos Servidores Civis das Forças Armadas (Anprafa), Luis Cláudio Santana, depois de encontro com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, no final da tarde de sexta-feira (4).

Segundo Santana, os servidores querem que parte dos 90 mil trabalhadores da categoria seja acomodada "num plano de cargos e salários específico na área do Ministério da Defesa, para quem não está incluído em nenhuma carreira, como é o caso do pessoal do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE)". De acordo com Santana, a categoria conta com o apoio do ministro Nelson Jobim.

Dos 90 mil servidores civis das Forças Armadas, 65 mil estão no PGPE e 15 mil na carreira de tecnologia militar, que está pedindo melhoras salariais, conforme Santana. O restante está distribuído em áreas como a de ciência e tecnologia, magistério e no Hospital das Forças Armadas. Dos 90 mil servidores, 50 mil trabalham no Rio de Janeiro e 10 mil em Brasília.

Santana ponderou que a criação de um plano de cargos para a categoria não implica em alteração de legislação, pois basta manter a denominação funcional e a atribuição do servidor e colocá-los num plano de carreira específico.

Fonte: Agência Brasil