A aposentadoria não significa um final, mas sim uma nova fase em que a pessoa poderá realizar outros objetivos e projetos

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Governo diz não concordar com inclusão de 8 mil servidores do PGPE no PCCTM, mas luta por esta demanda justa deve continuar


A Condsef esteve nesta terça-feira no Ministério do Planejamento onde participou de reunião do grupo de trabalho (GT) que discute pauta de servidores civis lotados em Órgãos Militares. No encontro de hoje o Planejamento informou que o governo não concorda com uma das principais demandas da categoria que é a inclusão de cerca de oito mil servidores do PGPE que atuam em órgãos militares no PCCTM, plano de carreira da Tecnologia Militar criado há sete anos. Segundo o governo, em que pese a importância das atividades executadas por cargos administrativos, estes não atendem a finalidade e proposta da carreira de Tecnologia Militar que objetiva tornar possível a construção e manutenção de um sistema de conhecimento tecnológico nacional. 

Desde 2006 quando o PCCTM foi criado a Condsef luta pelo atendimento desta reivindicação que surgiu para corrigir uma situação discrepante criada entre os servidores civis de órgãos militares. Por discordar profundamente das justificativas apresentadas pelo governo a Condsef vai continuar insistindo e buscando reverter essa posição e assegurar uma reestruturação de carreira que garanta justiça a situação dos servidores que foram deixados de fora do plano.

Uma nova reunião deve acontecer no dia 20 de novembro quando deverá ser fechado o relatório deste grupo de trabalho, incluindo as divergências entre governo e servidores. O relatório do GT dará a diretriz para processos de negociação envolvendo demandas dos servidores civis que atuam em Órgãos Militares. Portanto, a posição contrária do governo à inclusão de servidores do PGPE no PCCTM pode e deve ser questionada e cobrada pela categoria. É a pressão dos servidores que poderá fazer a diferença no cenário adverso apresentado.

Fonte: Condsef