A aposentadoria não significa um final, mas sim uma nova fase em que a pessoa poderá realizar outros objetivos e projetos

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Condsef completa 23 anos com reunião do CDE e apontando reforço nas atividades de mobilização desta sexta, 30


Nesta quarta-feira a Condsef completa 23 anos de história. A data foi marcada por uma reunião do Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) onde entidades de 16 estados, incluindo o Distrito Federal, reforçaram a importância de participação nas atividades de paralisação e mobilização que acontecem nesta sexta, 30, em todo o Brasil. O CDE também discutiu o cenário desfavorável imposto pelo governo no processo de negociações deste ano que não trouxe os avanços esperados. Alegando priorizar setores que não firmaram acordo ano passado, o Ministério do Planejamento empurrou vários temas firmados em acordo para negociação a partir de setembro. Mesmo entre os setores que não firmaram acordo as negociações não avançaram como esperado. Até sexta os setores devem dar retorno ao governo se aceitam ou não firmar acordos propostos que seguem a linha do que foi apresentado aos setores ano passado: reajuste de 15,8%.

Da base da Condsef, apenas servidores do DNPM concordaram por maioria em aceitar o reajuste proposto pelo governo. O prazo para que o governo encaminhe propostas com previsão orçamentária para 2014 termina no dia 31 de agosto. A Condsef também recebeu autorização para firmar acordo que garante o mesmo percentual de reajuste (15,8%) a uma parcela de cerca de 1.200 servidores anistiados que estão com salários congelados desde 2008. A Condsef também vai buscar a consolidação de um grupo de trabalho (GT) que discuta a situação de todos os servidores anistiados da administração pública. A busca pela inclusão de todos no Regime Jurídico Único (RJU) segue como bandeira central de luta do setor.

Congresso e greve em 2014 – No CDE também foram discutidos detalhes para organização do XI Congresso da Condsef que acontece em dezembro. Os servidores devem montar uma plataforma de ação para mudar a realidade dos processos de negociação e superar as atuais dificuldades colocadas. Além disso, é preciso seguir debatendo e preparando a categoria para a luta em 2014. Uma greve para o próximo ano não está descartada.

A Condsef também vai continuar cobrando as agendas e buscando soluções para todas as pendências dos setores de sua base. A entidade volta a reforçar que para auxiliar na busca pelo atendimento de suas principais demandas os servidores devem permanecer atentos e reforçar sua mobilização. Para isso uma grande greve em 2014 não está descartada. A pressão junto ao governo é um elemento essencial para garantir que pontos urgentes e necessários que fazem parte da pauta de reivindicação das categorias possam alcançar os avanços esperados.

Fonte: Condsef