A aposentadoria não significa um final, mas sim uma nova fase em que a pessoa poderá realizar outros objetivos e projetos

quarta-feira, 24 de julho de 2013

‘Vou voltar a advogar’, diz Guerra


No mesmo dia em que sua exoneração foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado, o ex procurador-geral do Poder Legislativo, Marcos Guerra, publicou ontem uma nota em que nega ter sido vítima de pressão ou coação por parte da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), para dar pareceres contrários ao enquadramento de servidores ao Plano de Cargos e Carreira (PCC) da Casa de Tavares Bastos.

Na nota, Guerra utiliza o tom diplomático, diferente do que expôs em seu pedido “irretratável” de exoneração, protocolado na última sexta-feira (19), sem nenhuma justificativa para a saída. E garante que nunca foi desrespeitado pela Mesa Diretora, sobre seu convencimento jurídico.

“Ciente da repercussão do meu pedido de exoneração, notadamente quanto à especulação de que eu teria sido coagido a retardar o andamento de processos administrativos de servidores ou mesmo mudar o meu convencimento jurídico sobre o enquadramento estabelecido pelo PCC, tenho a dizer que isso nunca aconteceu, pois nunca fui coagido por qualquer membro da Mesa Diretora, os quais sempre me destinaram elevado grau de respeito e consideração”, disse Guerra, na nota encaminhada ontem à Gazeta pela assessoria de imprensa da Assembleia Legislativa.

Fonte: Gazeta de Alagoas

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