A aposentadoria não significa um final, mas sim uma nova fase em que a pessoa poderá realizar outros objetivos e projetos

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Paim comemora aprovação na CCJ da proposta de sua autoria que acaba com o voto secreto no Congresso


O senador Paulo Paim (PT-RS) comemorou em Plenário, nesta quarta-feira (3), a aprovação, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), da Proposta de Emenda à Constituição, de sua autoria, que acaba com o voto secreto no Congresso Nacional (PEC 20/2013). Paim lembrou as diversas propostas que apresentou para acabar com o voto secreto em sua atuação parlamentar, desde a Assembleia Nacional Constituinte, há 25 anos. Até esta quarta-feira, todas tinham sido derrotadas.

O parlamentar citou trecho de seu livro de memórias, Rufar dos Tambores, escrito há dez anos, em que afirma que o voto secreto é como uma meia verdade. Para o senador, é um absurdo o parlamentar não assumir suas posições publicamente.

Paulo Paim afirmou que, graças à pressão das ruas, chegará a hora da transparência absoluta. Afirmou que a palavra “secreto” lembra os porões da ditadura.

- Não há lógica, no Estado democrático de direito, ter receio de votar abertamente – afirmou Paim.

O discurso de Paim teve apartes dos senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), João Capiberibe (PSB-AP), Cristovam Buarque (PDT-DF), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Sérgio Souza (PMDB-PR), este último relator da PEC na CCJ, que pediu a quebra de interstícios para apressar a votação da proposta.

Fonte: Agência Senado