A aposentadoria não significa um final, mas sim uma nova fase em que a pessoa poderá realizar outros objetivos e projetos

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Governo publica na segunda ato sobre divulgação de salários

O governo publicará na segunda-feira (28) no "Diário Oficial" o ato normativo que regulamentará a publicação dos salários dos servidores de todos os órgãos federais.

O documento vai determinar que os vencimentos sejam publicados com o nome do servidor, incluindo civis e militares. Só não deverão ter os salários divulgados servidores de algumas empresas públicas que operam em regime de concorrência.

Segundo o ministério do Planejamento, a portaria será assinada pelos ministros do Planejamento, da Fazenda, da Defesa e da CGU (Controladoria-Geral da União). Caberá à CGU a publicação no site do Portal da Transparência do governo federal dos nomes e dos vencimentos. Ainda não há previsão oficial de quando os dados estarão disponíveis ao público.

Os servidores do Judiciário e do Legislativo dependem de atos dos dirigentes de seus poderes que vão dizer ou não se os nomes dos trabalhadores serão divulgados. Os presidentes do Congresso e do Supremo Tribunal Federal informaram ao longo da semana que aguardavam a definição do Executivo para definirem suas regras.

De acordo com o Planejamento, "o ato possibilitará colocar em prática a determinação da presidenta Dilma Rousseff, nos termos exatos preconizados pelo Decreto 7.724/12, que regulamentou a Lei de Acesso à Informação. Em seu artigo 7º, ele estabelece que seja dado acesso à remuneração e subsídio recebidos por ocupante de cargo, posto, graduação, função e emprego público, incluindo auxílios, ajudas de custo, jetons e quaisquer outras vantagens pecuniárias, bem como proventos de aposentadoria e pensões daqueles que estiverem na ativa, de maneira individualizada".

Sindicatos e associações de servidores federais colocaram-se contra a medida por, segundo eles, ser uma informação da privacidade dos servidores e alguns já preparam ações judiciais para barrar a medida.

O ministro da CGU, Jorge Hage, defendeu que informação sobre os salários é pública e não expõe a privacidade dos servidores.

Fonte: Folha de São Paulo

PLANEJAMENTO AUTORIZA 950 VAGAS NA RECEITA E 825 CARGOS DE ANALISTA SOCIAL

Brasília, 25/5/2012 – A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, autorizou hoje a realização do primeiro concurso público para o cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais, com 825 vagas.

Também foi autorizado concurso para o preenchimento de 950 vagas na Receita Federal: 200 de Auditor-Fiscal e 750 de Analista-Tributário. Esta seleção, prevista na Portaria 228, será de responsabilidade do Ministério da Fazenda, que tem prazo de 180 dias para publicar os respectivos editais, com as demais normas.

O ingresso em ambas as carreiras da Receita Federal exige diploma de nível superior. A remuneração mensal é paga na forma de subsídio, em parcela única, com valor inicial de R$ 7.996,07 para o Analista-Tributário; e de R$ 13.600 para o Auditor-Fiscal.

NOVA CARREIRA

O concurso para Analista Técnico de Políticas Sociais, autorizado pela Portaria 230, será realizado pelo próprio Ministério do Planejamento. Os aprovados integrarão a carreira de Desenvolvimento de Políticas Sociais, criada em novembro de 2009 e regulamentada em maio de 2010, para atender a uma das áreas prioritárias do governo.

Trata-se de uma das chamadas "carreiras transversais", cujos integrantes podem atuar em qualquer dos ministérios que desenvolvam programas e projetos de cunho social.

Este primeiro concurso atenderá a 11 ministérios. A maior parte das vagas, num total de 616, destina-se a substituir trabalhadores terceirizados em desacordo com a legislação e consultores contratados por meio de organismos internacionais existentes hoje nos quadros do Ministério da Saúde (500 vagas) e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (116).

As demais 209 vagas têm a seguinte distribuição: Secretaria de Direitos Humanos, 10; Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, 15; Secretaria de Políticas para as Mulheres, 15; Ministério da Educação, 30; Ministério da Previdência Social, 20; Ministério da Justiça, 5; Ministério das Cidades, 10; Ministério do Desenvolvimento Agrário, 10; Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 84; e Ministério do Trabalho e Emprego, 10.

ESCOLARIDADE

Para se candidatar a Analista Técnico de Políticas Sociais será exigido curso de nível superior compatível com a área. Conforme a Portaria Interministerial 229, publicada hoje, o concurso público será realizado para as áreas de especialização em Gestão Social; Previdência; Assistência Social; Educação; e Saúde.

Os aprovados precisarão apresentar diploma de graduação em nível superior ou título de pós-graduação, nas modalidades de especialização, mestrado ou doutorado, nos termos exigidos pelo Ministério da Educação, nas habilitações específicas.

Os detalhes constarão no edital, que tem prazo legal de 180 dias após a portaria, mas que deverá ser publicado em menor tempo.

REMUNERAÇÃO

A remuneração inicial é de R$ 3.966,53, resultado da soma do vencimento básico (R$ 2.906,66) com a vantagem pecuniária individual (R$ 59,87) e a Gratificação de Desempenho de Atividades em Políticas Sociais – GDAPS – correspondente inicialmente a 40 pontos (R$ 1 mil).

Após o servidor passar pelo primeiro ciclo de avaliação, antes mesmo de completar o primeiro ano no exercício do cargo, essa remuneração poderá chegar a R$ 5.466,53 uma vez que ele tem chance de ganhar até 100 pontos da gratificação de desempenho (R$ 2.500).

Nos anos seguintes terá direito à progressão funcional (mudança de padrão dentro de uma mesma classe) e à promoção (mudança de classe). Pela tabela atual, a remuneração no topo (classe especial, padrão III) é de R$ 10.210,87.

Fonte: Sítio do Servidor Público

Audiência pública destaca problemas graves no Dnocs e Planejamento sinaliza reunião para próxima semana

Solicitada pelos deputados Eudes Xavier e Gorete Pereira, a Câmara dos Deputados realizou uma audiência pública nesta quinta-feira que discutiu problemas graves que estão prejudicando o Dnocs, seus servidores e a população do polígono das secas atendida pelo órgão centenário. Mais de 300 trabalhadores do Dnocs acompanharam a audiência que contou com a participação de vários parlamentares da Bancada Nordestina, o deputado Policarpo e outros parlamentares preocupados com os efeitos recordes da seca que este ano têm afetado de forma preocupante principalmente o Nordeste brasileiro. Os diretores da Condsef, Sérgio Ronaldo da Silva e Luis Carlos Macêdo também acompanharam a audiência. O secretário-geral da Condsef, Josemilton Costa, que participou da mesa de debates, destacou os problemas que os servidores do departamento estão enfrentando desde que o PL 2203/11, substituído pela MP 568/12, determinou a redução em até 30% do salário de centenas de trabalhadores. A audiência alcançou resultados. O Ministério do Planejamento sinalizou uma reunião para a próxima semana com participação dos deputados Eudes, Gorete, a Condsef e uma comissão de trabalhadores do Dnocs para tratar problemas ligados a esta redução salarial.

Isso ocorreu devido à redução de uma VPNI que faz parte do contracheque desses servidores desde 2006. Mas essa complementação salarial, denominada bolsa, existe desde 1979. Com a MP, o governo determinou que desde março deste ano a VPNI fosse cortada dos contracheques dos servidores. A decisão foi tomada a partir de uma nota técnica da Controladoria-Geral da União (CGU) que já foi questionada diversas vezes. Com isso, de uma hora para outra esses servidores, muitos deles aposentados e pensionistas, perderam cerca de 1/3 de suas remunerações causando transtornos graves uma vez que o corte de vencimentos compromete, antes de tudo, a segurança alimentar de inúmeras famílias.

Entendendo a gravidade do problema gerado pela MP 568, o deputado Eudes Xavier e outros parlamentares, apresentaram emenda aditiva sugerida e defendida pela Condsef onde pedem a modificação do texto da MP. A emenda sugere que o pagamento da VPNI seja feito com base nos vencimentos de fevereiro deste ano, portanto, antes do corte promovido nas remunerações. 

Para a Condsef, o governo traiu os trabalhadores ao propor a redução dos salários dos servidores do Dnocs incluindo isso no texto do PL 2203, agora transformado em medida provisória, sem sequer debater o assunto com a categoria. Em sua intervenção na audiência pública, o secretário-geral da Condsef lembrou ainda que em momento algum a entidade tomou conhecimento desse ataque ao direito dos trabalhadores e a única negociação que manteve com o governo foi para que fosse reaberto prazo para que servidores que não recebiam a VPNI pudessem, enfim, ter acesso a esse direito. Contrariando todas as expectativas o governo, não só não atendeu a reivindicação como retirou esse direito de todos os trabalhadores do Dnocs.

Costa frisou ainda que o centro das discussões do governo deve estar pautado no fortalecimento do Dnocs como órgão fundamental para continuar assegurando o desenvolvimento do polígono das secas. Para isso faz-se necessária a valorização dos trabalhadores e trabalhadoras da instituição que existe há mais de 100 anos e foi responsável inquestionável pelos saltos na qualidade de vida da população que vive no semiárido brasileiro.

Fonte: Condsef

Reestruturação da Carreira da Área Ambiental, Zonal Local, GQ e Enquadramento do PGPE no PECMA.

Relatório da Reunião da CONDSEF com a SRT/MPOG.


Data: 22/05/2012
Local: SRT/MPOG
Pauta: Reestruturação da Carreira da Área Ambiental, Zonal Local, GQ e Enquadramento do PGPE no PECMA.
Presentes: SRT: (Marcela Tapajós e Edina Lima); Representantes do MMA, IBAMA e Chico Mendes; CONDSEF: (Josemilton, Edvaldo Pitanga, Jussara Griffo, Lazara e Cicero); ASIBAMA: (Ana Maria, Erico, Gorete e Henrique Marques).

  

         A Reunião foi aberta pela Marcela Tapajós, Secretária Adjunta da SRT/MPOG, que passou a informar sobre a proposta apresentada no ano passado para a Área Ambiental, o Governo entendeu que esta bem distante da proposta dos trabalhadores e ficou de avaliar melhor em conjunto com os Gestores das Instituições da Área Ambiental.
         Em seguida as representações dos Trabalhadores passaram a argumentar sobre a visão do Governo. O primeiro ponto a ser tocado foi sobre a Tabela Remuneratória que o Governo não afirmou se tem acordo ou desacordo. Sobre a Zona Local foi cobrado do Governo se tem alguma proposta na Casa Civil abrangendo alguns setores. E que qualquer discussão neste sentido tem que ser discutido na mesa com a CONDSEF, por que esta demanda perpassa várias Carreiras.  No tocante a GQ a resposta do Governo não ficou esclarecida. Em seguida a representação dos Trabalhadores passou a propor ao Governo alguns procedimentos a serem adotados pelo Governo:

·        Tabela Remuneratória: O Governo tem que apresentar a sua posição se tem acordo ou não, com a tabela apresentada.
·        Zona Local: O Governo  tem que finalizar esta questão, agendando uma reunião com os Setores envolvidos para definir uma posição.
·        GQs: A proposta é que o Plano de Capacitação do Órgão defina os critérios de acesso as GQs e a padronização de valores e critérios que esta sendo negociada com a CONDSEF seja garantida para Área Ambiental.

O Planejamento informou que irá se reunir com os Gestores da Área Ambiental para aprofundar as discussões sobre a Tabela, sobre a Zona Local ficou de verificar qual a forma de discussão será definido pelo Governo se GT, Oficina ou uma reunião com os Setores para definir esta situação.

No tocante as GQs o Governo confirmou que a intenção é aceitar a proposta da CONDSEF de padronizar os valores e critérios de acesso.

Outro ponto cobrado foi à inclusão do PGPE no PECMA, o Governo conversará com o Departamento de Normas e Procedimentos e na próxima reunião dará um retorno, e também apresentará Diretrizes sobre a Tabela Remuneratória.

A reunião será no dia 28/05/2012, a expectativa da CONDSEF é que o Governo apresente de fato um desenho definido da Tabela Remuneratória.

Brasília, 24 de maio de 2012.



Saudações Sindicais,



Josemilton Maurício da Costa
Secretário Geral/CONDSEF

Reestruturação da Tabela Remuneratória, Regulamentação da GQ, Retirada dos Assentamentos Funcionais os dias de Greve/2008 e Inclusão no PEC, os PGPE que estão no DNIT

Relatório da Reunião da CONDSEF com a SRT/MPOG.


Data: 23/05/2012
Local: SRT/MPOG
Pauta: Reestruturação da Tabela Remuneratória, Regulamentação da GQ, Retirada dos Assentamentos Funcionais os dias de Greve/2008 e Inclusão no PEC, os PGPE que estão no DNIT.
Presentes: SRT: (Marcela Tapajós e Edina Lima); CONDSEF: (Josemilton, Sérgio Ronaldo e Edvaldo Pitanga); ASDNER: (Nilza e Eliane (Baiana)).



         A Reunião foi aberta pela CONDSEF que informou sobre a proposta de Tabela Remuneratória que busca corrigir as distorções das Tabelas existentes do DNIT, padronizando os valores, solicitou a Regulamentação da GQ e criticou a morosidade do Governo, cobrou do Governo a retirada das faltas dos assentamentos dos Trabalhadores e solicitou a Inclusão do PGPE no PEC/DNIT. O Governo ficou de analisar a proposta Remuneratória, reconheceu a falta do Governo no tocante a Regulamentação, ficou de apresentar uma data limite, sobre as faltas informou que já encaminhou a Secretaria de Gestão uma nota explicando sobre a necessidade das faltas serem retiradas dos Assentamentos Funcionais e sobre a Inclusão do PGPE ficou de buscar informações junto ao Departamento de Normas e Procedimentos.

         Ficou agendada uma nova reunião para o dia 21/06/2012, às 11 horas, onde o Governo se comprometeu a apresentar uma posição sobre os pleitos apresentados na mesa.

Brasília, 24 de maio de 2012.

Saudações Sindicais,



Josemilton Maurício da Costa
Secretário Geral/CONDSEF

Regime Jurídico dos Anistiados, Tabela Remuneratória, Benefícios e Progressão

Relatório da Reunião da CONDSEF com a SRT/MPOG.


Data: 22/05/2012
Local: SRT/MPOG
Pauta: Regime Jurídico dos Anistiados, Tabela Remuneratória, Benefícios e Progressão.
Presentes: SRT: (Sérgio Mendonça, Marcela Tapajós e Edina Lima); CONDSEF: (Josemilton, Edvaldo Pitanga, Jussara Griffo, Carlos Abreu, Geraldo, Rubens e Ricardo).


  
         A Reunião foi aberta pela CONDSEF que fez um breve resgate das negociações. Em seguida a CONDSEF cobrou do Governo mais celeridade no tocante a discussão do Regime Jurídico e solicitou uma reunião ente a AGU, Planejamento e CONDSEF para retomar as discussões sobre o Regime Jurídico. O Governo concordou com a reunião e ficou de fazer contato com a AGU. A CONDSEF reforçou a necessidade da reunião ocorrer no mês de junho. A CONDSEF propôs ao Governo que enquanto se discute o Regime Jurídico, que seja garantido o mesmo tratamento dado ao PGPE nas questões remuneratórias e benefícios, aos Anistiados e Reintegrados. O Governo ficou de fazer um aditivo ao Protocolo garantindo esta extensão aos Anistiados. Outro ponto que será avaliado pelo Governo e sobre progressão dos Trabalhadores.
        
          A próxima reunião ficou condicionada ao contato do MPOG com a AGU.

         Após o Término da Reunião a CONDSEF cobrou do Governo a Assinatura do Termo de Acordo de Greve da Cultura e sobre a Redistribuição dos (as) Trabalhadores (as) da Roquete Pinto (TVE) cedidos ao Ministério da Cultura e Vinculadas e agenda para tratar do Plano de Carreira da AGU:

·        Termo de Acordo: O Governo sinalizou com a Assinatura para sexta-feira (25/05/2012).
·        Redistribuição: O Governo ficou de marcar uma reunião entre o Coordenador de Gestão de Pessoas do MINC, SRT e CONDSEF para discutir os procedimentos a serem adotados.
·        Agenda AGU: O Governo marcou para o dia 21/06/2012 a reunião para retomar as negociações do Plano de Carreira dos Administrativos. Justificou esta data por ter necessidades de uma reunião com os Gestores da AGU. A CONDSEF registrou para o Governo que esta reunião tem que ser conclusiva.

Brasília, 24 de maio de 2012.



Saudações Sindicais,



Josemilton Maurício da Costa 
Secretário Geral/CONDSEF

Reestruturação das Carreiras e PECs do INEP e FNDE

Relatório da Reunião da CONDSEF com a SRT/MPOG

Data: 23/05/2012
Local: SRT/MPOG
Pauta: Reestruturação das Carreiras e PECs do INEP e FNDE.
Presentes: SRT: (Sérgio Mendonça, Marcela Tapajós e Edina Lima); CONDSEF: (Josemilton, Sérgio Ronaldo e Edvaldo Pitanga); Associação do INEP: (Jovina e Luciano Hizim); Associação do FNDE: (Iriovaldo e Jean).




         A Reunião foi aberta pela representação dos Trabalhadores que apresentou a Pauta de Reivindicações informando que a maioria dos pontos da pauta já são discussões que vem sendo negociadas com o Governo ao longo dos últimos anos sem o avanço necessário e que o acordo assinado em 2011, não contemplou a categoria e que na época da assinatura a CONDSEF registrou que haveria necessidade de continuar as discussões sobre os referidos pontos, que envolviam remunerações iguais entre os PECs e as Carreiras, necessidade de corrigir o Enquadramento dos Aposentados e dos Trabalhadores dos PECs na Grade Remuneratória, Redução dos Padrões e Interstícios de Avaliação, sobre as GQs há concordância com as negociações da CONDSEF com o Governo de padronizar valores e critérios de acesso as GQs. Sobre a Tabela Remuneratória a CONDSEF encaminhará ao Governo posteriormente.

         O Governo registrou que houve dificuldades nas negociações anteriores e que ambos os lados cederam das suas posições para poder fechar o Acordo. Reconhece que ficaram pontos pendentes. Informou que o Governo irá analisar as proposta apresentadas e que na próxima reunião apresentará a sua posição sobre o pleitos apresentados na mesa. Ficou agendada uma nova reunião para o dia 19/06/2012, às 17 horas.

Brasília, 24 de maio de 2012.

Saudações Sindicais,



Josemilton Maurício da Costa 
Secretário Geral/CONDSEF

GQ, Inclusão do PGPE no PCCTM, Tabela Remuneratória e Concurso para o NA.

Relatório da Reunião da CONDSEF com a SRT/MPOG


Data: 23/05/2012
Local: SRT/MPOG
Pauta: Critérios de Acesso a GQ, Inclusão do PGPE das Organizações de Tecnologia Militar no PCCTM, Tabela Remuneratória, Regulamentação da GQ e Concurso para o NA.
Presentes: SRT: (Marcela Tapajós e Edina Lima); MDA: (Evaldo, Dulce e Fátima); CONDSEF: (Josemilton, Sérgio Ronaldo, Edvaldo Pitanga, Luiz Claudio e Carlos Abreu).

  
         A Reunião foi aberta pela CONDSEF que cobrou do Governo os ajustes na Carga Horária de acesso as GQs, e propôs que o Governo acertasse os ajustes, junto ao Relator da MP 568/2012, reafirmou a necessidade da inclusão do PGPE que estão nas Organizações de Tecnologia Militar no PCCTM, cobrou a Regulamentação das GQs já com os novos critérios, explicou que a Tabela Remuneratória será apresentada com valores similares ao da Carreira de C&T, seguindo a lógica de fortalecimento do VB. Registrou a necessidade do Concurso Público para o NA, dado as particularidades das Organizações Militares.

         O Governo concordou e reconhecem que foi um erro a Carga Horária para as GQs, ficou de procurar o Relator da MP para proceder os ajustes necessários, sobre a inclusão do PGPE no PCCTM, ficou de analisar as possibilidades da inclusão, concordou que o Governo esta em dívida com a CONDSEF e os Trabalhadores no tocante a Regulamentação, ficou de na próxima reunião apresentar uma data limite para publicação do Decreto. Sobre a Tabela concorda que o parâmetro com a Tabela da C&T será mantido e sobre o Concurso para o NA, ficou da CONDSEF encaminhar uma Exposição de Motivo, justificando o pleito da CONDSEF. Esta Exposição será elaborada em conjunto com o Comando da Marinha e Ministério da Defesa.

         Ficou marcada a próxima reunião para o dia 21/06/2012, às 10 horas.

Brasília, 24 de maio de 2012.

Saudações Sindicais,


 Josemilton Maurício da Costa
Secretário Geral/CONDSEF

Eleições CAPESESP - VOTE NULO

Comunicado/CONDSEF N.º 011/2012.                                Brasília-DF, 24 de maio de 2012.



Da: CONDSEF
Às: Entidades Filiadas

Assunto: Eleições CAPESESP.



Companheiros (as),

Como é do conhecimento dos servidores da Área da Saúde, no próximo dia 29/05/2012, haverá Eleição para a Direção da CAPESESP, sendo que no próximo processo eleitoral, os servidores terão o direito de eleger o Diretor Presidente, os Conselheiros Deliberativo e Fiscais, com os seus respectivos Suplentes. Acontece que a nossa Caixa de Previdência tem como principal objetivo a atenção à saúde dos seus associados e, nos últimos períodos, de forma qualificada vem implementando um verdadeiro ataque aos associados com gestões inconsequentes e irresponsáveis, retirando o que de melhor o nosso plano oferecia aos seus beneficiados. Por conta desses descasos, os servidores decidiram se organizar para que de fato o nosso Plano de Saúde e Previdência venha a atender aos nossos anseios, que é o de bem servir aos seus filiados, e, portanto, há mais de uma década os servidores vêm discutindo com suas entidades de classe a importância de assumir o controle da CAPESESP, para barrar esse contínuo e desastroso processo de desmonte que está em curso.
Foi nesse sentido que em 2010, os servidores decidiram lançar uma chapa para concorrer às eleições, mas, de forma truculenta e antidemocrática, a Comissão Eleitoral e o Conselho Deliberativo à época não homologaram a chapa dos trabalhadores, impugnando o registro da chapa. Recorremos à Justiça que na ocasião julgou a liminar favorável para que a chapa dos trabalhadores fosse inscrita, porém, essa decisão aconteceu apenas faltando dois dias para as eleições, prejudicando a chapa.
Novamente, no processo eleitoral deste ano, a história se repete. A Comissão Eleitoral e o Conselho Deliberativo de forma maquiavélica não homologaram a inscrição da chapa “A CAPESESP é dos Trabalhadores”. Dessa forma, forçaram-nos, a mais uma vez, pleitearmos na Justiça o legítimo direito de concorrer ao pleito.
Coincidência ou não, as duas chapas que foram homologadas, uma é encabeçada pela criatura (Marília), atual presidenta, e a outra é encabeçada pelo criador (Cassimiro), que estão diuturnamente trocando farpas para tentar convencer os associados de quem é o menos ruim. Enquanto eles ficam trocando acusações, o nosso Plano vai de mal a pior, cobrando valores exorbitantes de mensalidades e prestando um serviço de má qualidade com relação aos prestadores conveniados. E para piorar a situação, os dados atestam que existe um déficit de aproximadamente 30 milhões de reais do Plano com a rede credenciada. Portanto, logo após as eleições, vem um aumento nas contribuições dos associados, a partir de julho, parcelado em 6 vezes, para poder cobrir o rombo que estão escondendo dos associados. E estão planejando um outro reajuste de 10% na contribuição dos associados para este ano.
Então perguntamos: Onde vamos parar com essas inconsequências? A solução seria eleger uma chapa comprometida com as causas dos trabalhadores, mas, para nossa infelicidade, a Justiça não foi feita. Pois, por duas ocasiões, em decisões no mínimo suspeitas, a “Justiça” negou o direito legítimo da chapa “A CAPESESP é dos Trabalhadores” concorrer ao pleito eleitoral de 2012, deixando os associados a mercê de quem não tem compromisso com a categoria, os quais estão simplesmente defendendo os seus interesses particulares.
Entretanto, estão impedindo o legítimo direito dos trabalhadores concorrem, mas não vão impedir o nosso direito de continuar lutando por um Plano de Saúde e Previdência digno e de qualidade, que atenda de fato as reais necessidades dos trabalhadores.
Portanto, o projeto da criatura (Marília) e o projeto do criador (Cassimiro) significam o mesmo projeto político maléfico aos associados.
Nesse sentido, não nós resta alternativa, a não ser orientar aos trabalhadores da Saúde que nas eleições do dia 29/05/2012 (terça-feira), os associados do Plano votem NULO, em protesto a todas essas manobras e maracutaias, pois o seu VOTO não tem preço, tem CONSEQUÊNCIAS, e o resultado em votar em qualquer uma dessas duas chapas (criatura x criador) pode ser o fim do nosso Plano de Saúde (CAPESESP).

Saudações Sindicais,



 Sérgio Ronaldo da Silva            Luís Carlos de Alencar Macêdo
Diretores da CONDSEF