A aposentadoria não significa um final, mas sim uma nova fase em que a pessoa poderá realizar outros objetivos e projetos

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tíquete de R$ 940

Os servidores do Senado e da Câmara dos Deputados querem receber valor maior do auxílio-alimentação: R$ 940. A quantia atual, de R$ 638 e R$ 670 mensais, respectivamente, é considerada defasada em comparação com os demais Poderes da República. É o que alega o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) nos dois ofícios enviados ontem à direção das duas Casas. “Vários órgãos do Executivo e do Judiciário já propiciaram as devidas correções. O TCU, onde o benefício é de R$ 740,96, fez a correção em janeiro deste ano”, argumentou o sindicato.

No Executivo, o auxílio-alimentação foi reajustado no ano passado, depois de ficar congelado por seis anos. O novo valor fixado, de R$ 304, corresponde a menos da metade do que o Senado paga atualmente. O Ministério do Planejamento unificou o auxílio para todos os servidores do Executivo. Até a correção, em fevereiro do ano passado, eles recebiam entre R$ 126 e R$ 162, conforme a região.

No Judiciário, o valor do benefício varia atualmente de R$ 590 a R$ 710, conforme o tribunal. Os servidores da Justiça do Trabalho recebiam, por exemplo, R$ 384 até dois anos atrás. Hoje, embolsam R$ 590. Na Justiça Federal, o valor é, em geral, de R$ 630, mas os funcionários dos tribunais superiores, como Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), embolsam R$ 710. O vale-alimentação não é pago a ministros e juízes. No Ministério Público Federal, o procurador da República recebe
R$ 630, como os demais servidores do órgão.

Fonte: Correio Braziliense